domingo, 5 de fevereiro de 2012

Morte dos Ventos do Norte


Oh, morte que me sonda em uma escuridão
de extrema melancolia, tiraste-me a paixão
Um ser só... ou será só um ser?
Transcendendo por vias de luz
a procura de uma pequena sombra
para se esconder e cair em seu pranto de ilusão.
Trazendo em sei peito um coração frio e rachado, triste e calado
que soluça seu remoço.

Um tiro de discórdia soa pelos ventos,
trazendo-me a noticia de mais uma vida perdida,
mais um amor destruído pelo único mal irremediavel
Ou será bem?
Isso tento descobrir...

Oh, morte que me sonda
como um tiro de discórdia
diga-me quem és.
Se és bem ou mal?
Se és felicidade ou tristeza.
Nunca saberei?
Sei que és, oh morte, a companheira eterna
que me conforta e me consola.
Me arranca a ilusão do peito
e me abraça a alma com jeito.

Sois minha sina e meu consolo, 
sois minha vida, meu agouro.
És tu a lágrima que me acaricia o rosto!
Eu? Apenas busco a verdade.
Morte que soa e canta com os ventos do norte.
Compositora da minha vida.
Compositora da minha morte!

Lady Dark † Antonielle (eu)

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