sábado, 6 de fevereiro de 2010

Apoteose



O artista artistou a arte,
Que mais tarde artificada foi mortificada
E a palavra foi dita,
Das horas escuras, maldita,
Da mente humana a maldade expansionada.
A vida não é mais vista na vaidade versada,
Verdade, apenas vultos, na mente Imaginada.
 A imaginação da mente se forma e toma forma
Até a molécula da vida ser quebrada.
No estalo da molécula o tempo parou!
O som não mais se propagou...
A lágrima derramou o choro.
Do filho da luz a arte esqueceu
 no brejo da vida do velho o último suspiro cedeu.
Surpresa! Só a roupa partiu,
E a essência ao cosmo subiu.
 Com singelas artísticas recordações
A chama reascendeu.
A escuridão vista pela luz cedeu
 E transcendeu, enfim, a idéia
Para novamente artistar a arte,
Que já mortificada há algum tempo
Foi vivificada pelo pensar,
Da estrada, sublime patamar
Para o caminho da descoberta alcançar.
A idéia, o pensar, o criar,
A manifestação, questionar!
O renascer de mim mesmo
Para a essência da arte alcançar
Rafael dos Santos

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